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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Coração de Exu




Vocês podem pensar que EXÚ não tem coração, que não sofre, que não tem pena, que não tem amargura.

Estão enganados, EXÚ tem coração SIM.

O amor de EXÚ por um filho, por uma casa, por uma família não tem fim. Hoje, consegui ver o quanto um EXÚ pode amar e cuidar de seus filhos e quanto isto lhe custa, cortar na própria carne, expressão que todos conhecemos, mas é isto que EXÚ faz quando um filho não segue seus conselhos, não respeita suas orientações, o corte na própria carne. É doído, mas mesmo EXÚ acaba por fazer, pois tem filho que não conseguem enxergar o quanto a sua entidade o ama e lhe quer bem, enxergam adiante o que é mais fácil, os bens da fortuna, da riqueza material, não pensem que é prazeroso um EXÚ ensinar um filho desobediente, desrespeitoso com suas entidades, pois EXÚ também tem coração. Nessa terra de provações, EXÚ é o protetor, é o guardião, é o mensageiro e cumprirá sua missão, mesmo que isto represente punir o seu filho querido, mas que não tem boa conduta de vida, com seus ORIXÁS, entidades e com ele próprio, o amor de uma entidade para seu filho é eterno. Tudo que é ordenado, requisitado, deve ser cumprido, pois assim a entidade e o médium podem juntos cumprirem a sua missão prevista pela espiritualidade superior.
O coração de um EXÚ não é de pedra, sofre com seu filho desobediente, mas o ensinamento é necessário seja pela amor ou pela dor, como alguns preferem.

Digo essa palavras para que os filhos saibam que o POVO DE EXÚ, tem um coração que também sofre, fica angustiado, mas que respeita e segue ordens do Comando Espiritual Superior, tomando as medidas necessárias para educar qualquer pessoa vivente dessa terra.

A felicidade de um EXÚ está na certeza de que o filho será educado com a sua vontade, mas não esqueçam, para o povo de EXÚ, isso é feito com amor.

EXÚ.

Mensagem recebia no dia 17/12/12, às 1:45, podendo ser publicada a partir do dia 19.12.12. Email enviado pelo meu amigo e Irmão de Fé Ricardo Oliveira (Ric do Chat).

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“Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, têm por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.”

Allan Kardec.

Liga da Justiça Umbandista

Liga da Justiça Umbandista
O Homem de Bem O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado." Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz. Allan Kardec.