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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Exu, Por Ele Mesmo


Pergunta: O que podemos compreender pelo termo Exu? Verificamos ainda muita confusão em meio a real ação destes espíritos, poderia nos explicar?

Sr Sete: Ainda encontramos na roupagem de carne muita gente sendo "porta voz de morto" filho, criando suas próprias verdades que nem sempre estão pautadas no bom senso! Criam ritos, rituais, iniciações e muitos códigos secretos quando na realidade a simplicidade e objetividade dos trabalhos desenvolvidos pelos espíritos é mais simples do que possamos imaginar, assim se dá com Exu também.

Temos duas qualidades do termo Exu.

1.Como força da natureza, ligada a energia de Orixá, onde existem as energias oriundas do pólo negativo desta força e tome cuidado para não interpretar negativo como propagador do mal, mas somente como uma polaridade.

2.Como entidade atuante, onde existem as chamadas falanges ou para ficar mais claro a compreensão "grupos de trabalho" onde cada grupo tem uma função na criação ligada a força manifestadora da natureza ou "Orixá Exu"

Os Exus, atuam na organização do plano negativo, onde se reúnem seres que se afinizam pelo padrão vibratório denso que criaram em suas vidas e após o seu desencarne, são atraídos pela sintonia vibratória que criaram em torno de si.

Nestas localidade chamadas de Umbral, trevas , vales sombrios e demais alegorias que cada cultura denomina se encontram espíritos que estão comprometidos com suas consciências e a função da entidade Exu nestes locais é manter a ordem e promover o equilíbrio energético dos mesmos, através de várias ações, uma delas e dando a segurança para que equipes socorristas possam atuar nestes campos para promover o resgate e o encaminhamento destes espíritos.

Associado as casas espiritualistas e espíritas, Umbandistas e demais casas afros brasileiras, encontramos a figura de Exu como o que vela pela segurança energética destes locais, formando campos de forças que atuam dentro de uma determinada frequência vibratória para que as atividades internas corram na mais plena harmonia.
Infelizmente ainda notamos muito "teatro" praticado nestes locais onde se prega mais ilusão do que verdade na tarefa desenvolvida por Exu.

Médiuns despreparados e movidos pelo animismo doentio de suas mentes despreparadas para o mediunato, criam a imagem de Exu ligada ao "mito", distribuindo ebós, despachos e pregando a ilusão na imagem daquele que serve somente a lei e a justiça.

Tais atos vale lembrar filho abrem portas para a ilusão que atraí os chamados "quiumbas" espíritos de uma classe extremamente leviana que se utilizam destes médiuns para criar os cenários doentios que ainda hoje presenciamos em algumas casas, acabando no despacho da encruzilhada, local este totalmente despreparado no meio urbano para tal atividade dita "espiritual"

Exus é o sentinela, o guardião ou ainda aquele que defende, o nome pouco importa, mas o que vale é saibamos compreender qual a finalidade que o mesmo desenvolve.

Os excessos como bebidas, velas pretas, ebós se perderam na ilusão popular, onde o fator de força esta na natureza que acaba sendo a mais prejudicada com tudo isso.

Atos como palavrões, leviandade e desrepeito para com o consulente estão mais ligados ao médium que traduz aquilo que leva dentro de si do que da personalidade de um Exu.

        Exus são servidores da luz que atuam dentro das trevas que são criadas pelos próprios viventes.
 
        Se faz necessário que os cultos se espiritualizem e que o fator energético além de estudado seja práticado, nãos e dando espaço somente para o elemento material que na maioria das vezes serve mais de muleta psiquica.
Com muito axé a todos!

Sr. Sete - Canalizado por Géro Maita

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Encruzilhadas, Ebós, Velas... Guardião Seth Responde


     
     Pergunta: As velas pretas, bebidas alcoólicas, oferendas e demais utensílios que encontramos em tronqueiras e assentamentos de Exu, realmente fazem a diferença em questão de energia?

Guardião Seth: Como muleta psíquica sim, mas como energia elemental não! A diferença se processa muito mais na mente do que no plano etéreo, levando muitas vezes nós espíritos a termos que nos conformar em 'BEBER E COMER" aquilo que acham que gostamos, quando deveriam saber que manipulamos a energia etérea dos elementos e os mesmos não estão agregados ao sofrimento dos animais sacrificados ou aos famosos despachos também conhecidos como ebó.

Qual o fundamento de uma farofa para Exu? Na maioria dos casos que pesquisamos encontramos o médium acreditando que aquilo se trata de um agrado para o mesmo, mas pense bem:

•Ofertam para Exu, em um prato de barro

•Colocam comida misturada com pinga e que jamais comeriam

•Em um lugar sujo e da baixa vibração e ainda acreditam que em alguns casos com o sofrimento animal o "guardião" ficará satisfeito com a "oferenda", ledo engano.....

É preciso que cada médium aprenda a conhecer-se a si mesmo primeiro, a encarar de frente suas fraquezas morais, humanas e avaliar o quanto sua ação no que se trata de vida mundana e atividade ritualística possa estar sendo antes de mais nada eficiente.

Ouço muitas frases que levam o nome da Umbanda, mas uma se destaca na minha mente neste momento que lhe envolvo, "UMBANDA TEM FUNDAMENTO, É PRECISO PREPARAR"

Será que com estas e outras atitudes que nos deparamos dentro de alguns centros ou terreiros como queiram chamar que dizem militar na LEI DE UMBANDA isso realmente esta sendo levado a sério? Ou se trata de publicidade para fascinar o próximo e a si mesmo?

Será que viver em meio a cenários de sujeira e mau gosto é sinal de alguma fundamentação?

Será que realmente ainda necessitamos do "copinho com marafo" para desenvolvermos um bom trabalho espiritual? Ou ainda encher a cara do consulente de fumaça mal cheirosa de um charuto de 5ª qualidade sem perguntar se o mesmo esperava por aquilo, acreditando limpa-lo com a força das ervas? Que erva se nem sabem o que vai dentro de um charuto que tem péssima qualidade e ainda poucos praticantes da Umbanda se preocupam em estudá-las?

Será que a encruza é um local somente de se colocar: Moedas, velas,  restos de trabalho ou ebós? Mas o que vem a ser entrecruzamento de forças na espiritualidade?

Será que precisamos de adornos materiais como: TRONOS, CAPAS, CARTOLAS, GUIAS que levam médiuns e consulentes a acreditarem que estão dentro de um circo de horrores onde cada médium manifesta o seu lado intimo, o lado que a dita sociedade chama de "moral" o proíbe de expressar em sua vida cotidiana?

Exu antes de mais nada é um servidor da luz que trabalha em campo de densidade mais negativa conhecidos como: Umbral, trevas, limbos, cavernas e a denominação alegórica pouco nos importa, pois nosso trabalho é executado no campo que muitos que nos criticam e taxam-nos de demônios, capetas, espíritos inferiores, criam com seus pensamentos desvairados.

Por isso meu filho, "arreiá o ebó e viver com cara de santo na sociedade" não faz a diferença na vida de ninguém, muito menos alimenta Exu, fazendo com que tais atos liguem estes que se julgam "do santo" a grupos de espíritos afins com tais práticas, promovendo além do espetáculo de baixa vibração visual, processos de vampirização dolorosos.

O umbandista precisa parar de viver de lenda e ilusão e encarar a realidade de uma religião que tem papel sim e um fundamento grandioso neste momento transitório em que passa a terra, porém pouco explorado!

Saudando as vossas forças

Do servo!

Guardião Seth
Canalizado por Géro Maita

terça-feira, 5 de julho de 2011

Zé Pelintra por Ele Mesmo!



Muitos me chamam de malandro, aproveitador, enganador até de exu sou chamado! Éééé!!!! Os encarnados gostam de colocar muitas palavras na "boca dos mortos" o que nem sempre traduz aquilo que nós deste lado de cá da vida realmente somos. Mas como nossa Umbanda já passou de seus 100 anos, resolvi agora dar a minha palavra para "fechar" um pouco a boca daqueles que muito falam da Umbanda e suas entidades, mas infelizmente nada sabem da mesma e muito pouco de nós.

Quando falamos de "malandros", logo lembramos daquele que leva vantagem em tudo na vida, enganando, mentindo e se aproveitando da boa vontade dos que são conhecidos como mais fracos o que eu José Pelintra diria "menos informados e preparados em sua fé"!

Para quem tem uma mente doentia este seria o melhor adjetivo para os malandros, mas nas próximos linhas "camarada" vou lhe mostrar o "outro lado da moeda".

Um verdadeiro malandro sabe:

Driblar os obstáculos que a vida lhe impõe com um sorriso e confiança em Deus, pois se tudo na vida tem começo e fim inclusiva nossa passagem neste mundo, suas dores não são eternas. Sorrir quando tudo é alegria é fácil, ele já nasce na face, mas sorrir e ter fé quando as coisas andam meio "de lado" ao só para quem tem ginga.

Malandragem não é se julgar coitado esquecido de Deus e dos Orixás, é mexer-se, fazer a diferença, ir a luta. Tombo meninada foi feito para se levantar e continuar adiante e ficar esperto onde "se coloca o pé", pois tem muito "malandro pisando em cova" em trocadilhos, "tem muita gente escolhendo um caminho mais doloroso para seguir" e consciente.

Malandragem, é saber seu limite, onde se deve parar e não querer mostrar para os outros o que não é e o que não se tem. Deus minha gente criou todos iguais, com as mesmas possibilidades. Na vida não tem "jeitinho", tem é atitude de buscar melhorar-se cada vez mais de aprender a viver e ganhar maturidade. "Só" ensina quem já aprendeu e não quem ainda esta na primeira série"

Muitos me criticam pelas minhas vestes brancas e trazem seu coração escuro pelo preconceito vacilo de quem se julga superior a todos e segue uma verdade que nem ele mesmo conhece.

Muitos falam de meu punhal, mas cortam e ferem seu semelhante com suas palavras todos os dias dentro e fora de seus lares e o meu punhal "malandro" só corta demanda.

Na minha imagem "figura" o branco simboliza como dever ser nosso interior ou seja, LIMPO!

Minhas mãos juntas simbolizam a fé que infelizmente de Aruanda vemos poucos "aqui em baixo" praticá-la em qualquer credo.

O livro em meus pés, significa que para crescer é preciso conhecer-se a si próprio.

O vermelho de meus adereços simboliza a vitalidade a alegria que todo bom "malandro" deve ter para encarar os problemas que ele mesmo cria em sua vida.

Muitos falam, poucos conhecem! Muitos julgam poucos compreendem! E assim caminha a nossa Umbanda esclarecendo e lutando para com muita "malandragem" e muita ginga ganhar seu espaço.

Santo figura ninguém é, então que cada um reflita antes de julgar...

"Sou santo ou demônio?
Justo ou pecador?
Tira isso da cabeça meu menino!
Sou ZÉ PELINTRA
Malandro da luz e sirvo a nosso Senhor"

...Seu Zé Pelintra quando vem
Ele traz a sua magia
Para salvar todos seu filhos e retirar feitiçaria...

Saravá Malandragem!


Por José Pelintra do Morro GrandeMensagem recebida por Géro Maita

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Exus em Poucas Palavras

Os Exus, enquanto Linha de Esquerda na Umbanda, incorporam em seus médiuns e dão consultas gratuitas, aconselhando, orientando, defendendo, ajudando a superar suas dificuldades materiais ou espirituais, familiares, profissionais etc., mas, sempre a partir de sua visão cósmica das situações, de seu senso e de seu entendimento pessoal de como deve proceder para atender a quem o solicitou. Os Exus que incorporam estão aprendendo a usar os instrumentos colocados à sua disposição e vão se aperfeiçoando e acelerando sua evolução. Eles tomam a defesa de seus médiuns quando algo ou alguém os está prejudicando.
No aspecto geral, Exu rege sobre a vitalidade dos seres e, no particular, sobre o vigor sexual. Ele é portador de um poderoso mistério, ligado à sexualidade masculina. Mas, se Exu transpira vigor por todos os seus sentidos, não vibra o fator estímulo, iniciativa, expressando apenas os desejos alheios, seja de seus médiuns, seja dos que o evocam ou oferendam. Por não vibrar esse fator, não toma iniciativas próprias e polariza com pombogira, que emana o fator desejo, o qual, se juntando com o fator vitalidade, estimula os seres a tomar suas próprias iniciativas. Exu e Pombogira são indispensáveis um para o outro.

        Exu é o mais humano dos mistérios de Umbanda, porque reflete em si a natureza emotiva do seu médium, no qual ele se manifesta e incorpora.
 
Embora aparentemente seja punidor, na verdade ele atua como agente esgotador de negativismos ou criador de estímulos que ativam o emocional humano, induzindo o ser a mover-se em busca do "alto". É regido pelo mistério "Trono Neutro", que não é bom nem mau, e responde segundo é invocado. Através do seu fator vitalizador, ele tanto vitaliza como desvitaliza os mistérios dos orixás: amor, conhecimento, religiosidade, geração, equilíbrio, ordem e evolução.

            Texto de Lourdes Vieira

sábado, 2 de julho de 2011

Mensagem de Um Exu


As dificuldades da vida existem como provação de seus erros e falhas destas e de outras passagens pela vida terrena, isto não é culpa e nem obra dos Guias, Orixás, e nem da Umbanda, mais sim pela infinita bondade do criador que da à vocês seres encarnados a oportunidade de reaver suas falhas Karmais e “dividas” passadas. 

Então dificuldades financeiras, doenças, dificuldades em geral, agradeça por ela, pois é a sua chance de se redimir perante as leis do criador, porém agradeça, mas não se conforme e se entregue a elas, lute seja forte e exerça a sua fé, procure trabalho quando o problema for dinheiro, se esforce quando o problema for falta de clientes no seu trabalha corra atrás, quando o problema for saúde mude seus hábitos, se trata, ou seja, agradeça pela oportunidade de reaver seu Karma, mais lute para superar a dificuldade em seu caminho. 

A verdadeira evolução não esta no problema em si, mais sim na forma com que você ira resolve-lo e superá-lo.

E saiba sempre que o dinheiro não é a fonte da vida, não se transforme em escravo do dinheiro e sim trabalhe para cumprir suas tarefas carnais, mais tenha como objetivo a espiritualidade a ajuda ao próximo, o amor mutuo ao Criador e a sua fé.


Mensagem ditada pelo Guardião Exu das Almas ao médium André Felipe, em resposta a pergunta de um amigo sobre dificuldades no trabalho. 06/02/2011
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Não haveria luz se não fosse a escuridão...

“Os Espíritos anunciam que chegaram os tempos marcados pela Providência para uma manifestação universal e que, sendo eles os ministros de Deus e os agentes de sua vontade, têm por missão instruir e esclarecer os homens, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.”

Allan Kardec.

Liga da Justiça Umbandista

Liga da Justiça Umbandista
O Homem de Bem O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem. Deposita fé em Deus, na Sua bondade, na Sua justiça e na Sua sabedoria. Sabe que sem a Sua permissão nada acontece e se Lhe submete à vontade em todas as coisas. Tem fé no futuro, razão por que coloca os bens espirituais acima dos bens temporais. Sabe que todas as vicissitudes da vida, todas as dores, todas as decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar. Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça. Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa. O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus. Respeita nos outros todas as convicções sinceras e não lança anátema aos que como ele não pensam. Em todas as circunstâncias, toma por guia a caridade, tendo como certo que aquele que prejudica a outrem com palavras malévolas, que fere com o seu orgulho e o seu desprezo a suscetibilidade de alguém, que não recua à idéia de causar um sofrimento, uma contrariedade, ainda que ligeira, quando a pode evitar, falta ao dever de amar o próximo e não merece a clemência do Senhor. Não alimenta ódio, nem rancor, nem desejo de vingança; a exemplo de Jesus, perdoa e esquece as ofensas e só dos benefícios se lembra, por saber que perdoado lhe será conforme houver perdoado. É indulgente para as fraquezas alheias, porque sabe que também necessita de indulgência e tem presente esta sentença do Cristo: "Atire-lhe a primeira pedra aquele que se achar sem pecado." Nunca se compraz em rebuscar os defeitos alheios, nem, ainda, em evidenciá-los. Se a isso se vê obrigado, procura sempre o bem que possa atenuar o mal. Estuda suas próprias imperfeições e trabalha incessantemente em combatê-las. Todos os esforços emprega para poder dizer, no dia seguinte, que alguma coisa traz em si de melhor do que na véspera. Não procura dar valor ao seu espírito, nem aos seus talentos, a expensas de outrem; aproveita, ao revés, todas as ocasiões para fazer ressaltar o que seja proveitoso aos outros. Não se envaidece da sua riqueza, nem de suas vantagens pessoais, por saber que tudo o que lhe foi dado pode ser-lhe tirado. Usa, mas não abusa dos bens que lhe são concedidos, porque sabe que é um depósito de que terá de prestar contas e que o mais prejudicial emprego que lhe pode dar é o de aplicá-lo à satisfação de suas paixões. Se a ordem social colocou sob o seu mando outros homens, trata-os com bondade e benevolência, porque são seus iguais perante Deus; usa da sua autoridade para lhes levantar o moral e não para os esmagar com o seu orgulho. Evita tudo quanto lhes possa tornar mais penosa a posição subalterna em que se encontram. O subordinado, de sua parte, compreende os deveres da posição que ocupa e se empenha em cumpri-los conscienciosamente. Finalmente, o homem de bem respeita todos os direitos que aos seus semelhantes dão as leis da Natureza, como quer que sejam respeitados os seus. Não ficam assim enumeradas todas as qualidades que distinguem o homem de bem; mas, aquele que se esforce por possuir as que acabamos de mencionar, no caminho se acha que a todas as demais conduz. Allan Kardec.